Estado de luto: Morre Gileno Costa Sampaio, o Cacique do Rádio

Família

Faleceu na madrugada desta quinta-feira (02), em Palmeira dos Índios aos 82 anos, vítima de insuficiência cardiorrespiratória, o empresário e ex-prefeito municipal, Gileno Costa Sampaio.

Gileno faleceu num leito da UTI do Hospital Santa Rita, onde estava internado desde o último dia 24 de maio para ser submetido a uma terapia clínica em consequência de uma flebite recorrente nos membros inferiores.

Obeso que estava, ele teve seu quadro agravado na última quinta-feira, quando então, passou a respirar com ajuda de aparelhos.

Apesar de todos os esforços da equipe médica do Hospital Santa Rita, o grande “Cacique do Rádio Alagoano” não resistiu, e veio a falecer por complicações decorrentes da enfermidade.

Seu corpo está sendo velado em sua chácara localizada no Bairro Juca Sampaio, e seu sepultamento está marcado para ocorrer às 16h no cemitério São Gonçalo.

Ex-diretor presidente das Rádios Educadora Sampaio AM (fundada em 1964) e Sampaio/FM, Gileno se destacou também pela fundação do mais clássico restaurante da cidade, à época, Maloca do Índio, item de nostalgia por parte de uma geração palmeirense, além de ter sido bastante participativo dos nossos carnavais, tendo constituído até alguns anos, o Bloco dos Cangaceiros.

De família tradicionalmente política, filho de um dos grandes homens do nosso estado, Juca Sampaio, Gileno carregou sempre nas veias o sangue político, havendo sido prefeito da nossa cidade, deixando em obras e ações sociais, o perpetuamento de sua admirável competência na prática de suas batalhas, pelo que o povo palmeirense haverá sempre de ser-lhe grato.

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Gileno além de deixar uma saudade interminável, com incondicional confiança adota num outro astral como uma alma de muita luz, uma emitente muito exclusiva, ao lado de muitos que sempre o adoraram, e que também já partiram; Efigênio Moura, Hélio Teixeira, Francisco Martins, Pageú, Paulo Ferreira, Waldemar Correa, Roosevelt Neves, Bartolomeu José, Cid Gomes, Aldemar Limeira, Mário Alcântara, José Branco, Luiz B. Torres, Padre Odilon, D. Otávio Aguiar, Fernando Barros, Josmário Silva, Zacarias Cavalcante, Pedro Olímpio…

Segue em paz, Gileno. Ninguém ousará escrever sobre Palmeira dos Índios, e omitir o seu brio…

Estadão Alagoas


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