Cabeleireiro foi morto após se recusar a pagar programa, diz polícia

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O jovem de 17 anos apreendido pelo assassinato do cabeleireiro Cícero Alvandir Moraes, confessou o crime, e disse que cometeu o homicídio depois que a vítima se recusou a pagar o valor de R$ 200 por um programa sexual.

O resultado da investigação da morte do cabeleireiro foi apresentado na manhã desta segunda-feira (26), na sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP)

Segundo o delegado Fábio Costa, da Delegacia de Homicídios, o jovem E. D. S. G. assassinou o cabeleireiro com uma faca de serra. Ao perceber que tinha matado Alvandir, ele cobriu o corpo, tomou banho e vestiu roupas da vítima. Em seguida, furtou o celular, tablet e notebook, que foram trocados por uma moto de cinquenta cilindradas, horas depois.

“O ferimento no braço foi o que nos guiou até o menor”, explicou o delegado. “Ele foi apresentado a Alvandir por um amigo, que já teria tido um relacionamento amoroso com o assassino. Ele passou a frequentar o salão para cortar o cabelo e criar intimidade com a vítima”, explicou Fábio Costa.

O delegado disse ainda que o jovem tem um comportamento frio. “Ele parece estar gostando da repercussão do caso”, opinou.

Sobre as postagens feitas no Facebook da vítima por um suposto Policial Federal que se identificou como Albuquerque, a polícia garantiu que já tem conhecimento do fato e que possivelmente se trata de “alguém que tenha a senha do perfil do cabeleireiro e que esteja fazendo essa brincadeira de mau gosto com os familiares e amigos”.

Investigações estão sendo feitas agora para rastrear o internauta que está usando a rede social de Alvandir.

TNH1

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